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Meningite viral ou bacteriana: qual é a mais grave? Quem pode tomar a vacina?

Meningite é um diagnóstico que dá medo em muita gente. Com toda razão, pois pode ser uma doença fatal. Mais importante: dependendo do tipo de meningite, em apenas algumas horas após o início dos sintomas,  adultos ou crianças podem necessitar de UTI, com quadro clínico de bastante gravidade. Por isso, é importante saber mais sobre esta doença e suas formas de prevenção.

Meningite viral ou bacteriana: qual é a mais grave?
A bacteriana é a mais grave. Sem nenhuma dúvida. A bactéria comumente responsável pelos quadros mais graves e fatais é o meningococo. Interessante saber que há  diferentes sorotipos de meningococos, chamados pelas letras: A, B, C, W, Y. Estes sorotipos variam sua incidência ao longo do tempo. Há alguns anos, em nosso meio, tem predominado o sorotipo C. 

A meningite viral, por sua vez, é muito mais benigna. Pode até ser tratada em casa e não requer nenhum medicamento específico. Sara sozinha, sem sequelas, na imensa maioria dos casos. Pode ser causada por tipos diferentes de vírus. Não existe, portanto,  um vírus específico causador de meningite. Isto significa que um vírus que dá gripe em uma pessoa, por exemplo, pode dar meningite em outra. 




E os sintomas das meningites virais e bacterianas? Também são diferentes?
Aí é que está o problema. Os sintomas podem ser muito parecidos no início do quadro. Em geral, começa com febre e uma forte dor de cabeça. Esta dor de cabeça acontece, em muitos casos, na cabeça inteira e é dos sintomas que mais chamam a atenção. A pressão intracraniana aumenta muito. Fica difícil encostar o queixo no tórax. As pessoas ficam muito indispostas, sem vontade de fazer nada. Crianças ficam extremamente irritadas e, nos pequenos, a moleira pode ficar bem abaulada. Enjoo e vômitos em jatos fortes geralmente estão presentes.

Tudo isso pode acontecer tanto nas meningites virais como nas bacterianas. Porém, um sinal de gravidade ocorre apenas  nas bacterianas: pequenas bolinhas vermelho- arroxeadas surgem, espalhadas pelo corpo. Podem aparecer manchas roxas maiores, especialmente nos membros inferiores. A chance de má evolução, quando estes sinais estão presentes, é muito grande.
 
Como diferenciar a viral da bacteriana, já que os sintomas são tão parecidos?
Pelo exame do líquor, isto é, do líquido que banha a espinha e o sistema nervoso central. Por isso é que na suspeita clínica de meningite a coleta de líquor está sempre indicada.
 
Como se “pega” meningite? Há como prevenir?
A incidência de meningite aumenta nos meses frios, pois a transmissão em geral acontece pelas vias respiratórias. Por isso, evite ambientes fechados e muito aglomerados. Sempre que possível, abra as janelas quando estiver em transportes públicos. Melhor sentir um pouco de frio do que se expor a agentes infecciosos. Lave as mãos com muita frequência.

Existem vacinas?  
Existem vacinas contra os meningococos A, B, C, W e Y. A vacina contra o sorotipo C, que é atualmente o mais incidente, está disponível na rede pública e bebês a partir de 2 meses já a podem receber. A vacina contra os outros sorotipos está disponível apenas nas clínicas privadas. A vacina contra o meningococo tipo B é recente e pode também ser aplicada em bebês.


Todas estas vacinas têm uma eficácia excelente. Importante saber que também fazem  parte do esquema público vacinas contra outras bactérias que podem causar meningites graves em crianças: o pneumococo e Hemophilus. Por isso, é essencial manter as vacinas em dia. Adultos também podem ser vacinados contra os meningococos.
 
Evite quaisquer tipos de dores de cabeça. Algumas podem mesmo ser fatais.

Informações do Bem Estar


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