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Como fazer uma redação para o Enem


Única etapa escrita de todo o Enem, a redação demanda que os estudantes demonstrem a sua capacidade de argumentação, domínio da Língua Portuguesa e conhecimento sobre o assunto abordado. Costuma ser uma das principais preocupações dos candidatos, e não sem motivos. O exame se tornou, nos últimos anos, uma das principais avaliações do país para ingresso nas universidades.

A extensão da prova demanda um nível de concentração muito grande: são 45 questões em cada matéria, cerca de quatro horas de teste por dia. “O Enem é quase uma maratona física. O candidato tem que se habituar a ficar sentado durante muitas horas e a trabalhar a estratégia de tempo. É uma prova que tem um DNA diferente e, somada a todos esses fatores, temos a redação”, observa a coordenadora de Português do Grupo Etapa, Simone Motta.

A redação do exame tem algumas características bastante específicas. O tema, por exemplo, geralmente se refere a um assunto de abrangência nacional e relacionado a questões sociais. Outro elemento que diferencia a prova de redação do Enem das demais avaliações do país é a necessidade de o candidato propor uma solução ao fim do texto.

“A redação do Enem funciona assim: há o tema e ele passa por uma análise, a qual resulta numa argumentação com a apresentação dos problemas e, por fim, na conclusão deve ser proposta uma solução, tudo isso respeitando os direitos humanos”, explica Motta.


O que fazer em cada etapa da redação do Enem?


Introdução: o aluno deve apresentar o tema e a sua tese. Ele precisa deixar claro qual foi o assunto escolhido pela banca e apresentar a opinião dele sobre esse tópico. Lembrando que o candidato deve respeitar os direitos humanos, obrigatoriamente. O Enem deixa claro que esse é um dos critérios de avaliação.

Desenvolvimento: é o momento de defender a opinião apresentada sobre o assunto, com uma boa argumentação. No primeiro parágrafo do desenvolvimento, o candidato justifica o que apresentou como tese. No segundo, elabora uma complementação natural do primeiro, apresentando uma ideia de valor equivalente ou uma nova ideia. “O aluno deve escolher com muito cuidado o que vai falar na introdução, porque a opinião dele é justamente o que ele terá que defender depois”, alerta Motta.

Conclusão: é preciso colocar a chamada “proposta de intervenção”, isto é, a solução para o problema desenvolvido ao longo do texto.

“Essa solução deve resolver, necessariamente, os problemas que foram apresentados no texto do aluno. Os candidatos se confundem, achando que devem resolver o tema. Não é isso. É preciso abordar o tema, apresentar os problemas, argumentar e propor uma forma de resolvê-los na conclusão”, observa Simone.


E para os outros vestibulares?

Apesar de as provas não serem exatamente iguais, existem estratégias que valem para redações em geral e que o aluno pode seguir na hora de elaborar o texto. Confira:

Manter-se fiel ao tema da redação: o estudante não pode fugir do assunto escolhido pela banca, tem que ter argumentos e conhecimento para abordá-lo. Por isso, a leitura de notícias é tão importante. Quanto mais dominar e conhecer o tema, mais facilidade o candidato terá na hora de colocar o raciocínio no papel;
Buscar adequação à proposta do texto: se for proposto um texto dissertativo-argumentativo, você terá que mostrar capacidade de escrever nesse formato;
Seguir a norma culta: isso significa seguir as regras da gramática, como ortografia, acentuação, regência e concordância, ter coerência (lógica de raciocínio) e coesão (união entre as partes do texto).


Algumas dicas:

Não usar a primeira pessoa do singular;
Não escrever gírias ou coloquialismos;
Não fazer uso de elementos que não são de Língua Portuguesa, como emoticons e hashtags;
Não fazer piadas;
Tomar cuidado com as ironias, porque elas podem não ser entendidas pelos avaliadores;
Evitar posicionamentos ideológicos radicais;
Defender os direitos humanos sempre, em especial no Enem;
Cuidado com a ortografia, a acentuação, a regência e a concordância.

Fonte: G1. Link (AQUI)











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