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MP e Vigilância Sanitária apreendem mais de 1 tonelada de carne e frios estragados em Parnaíba


Ministério Público e a Vigilância Sanitária apreenderam mais de uma tonelada de carne impropria para consumo em Parnaíba — Foto: Divulgação/Ministério Público Ministério Público e a Vigilância Sanitária apreenderam mais de uma tonelada de carne impropria para consumo em Parnaíba — Foto: Divulgação/Ministério Público

Foto: Divulgação/Ministério Público

O Ministério Público e a Vigilância Sanitária apreenderam em Parnaíba, litoral do Piauí, mais de uma tonelada de carne e frios estragados, há cerca de uma semana, durante inspeção em seis supermercados da cidade. Além de carne estragada, foram apreendidos produtos com validade vencida e frios que não apresentavam na rotulagem a validade e a data de fabricação.


Seis supermercados de Parnaíba passaram pela fiscalização, dentre os produtos apreendidos estavam quase uma tonelada, 989 kg, de carne de sol, carne suína, carne de frango, carne de carneiro e carne moída. Foram retirados das prateleiras cerca de 81kg queijo, presunto, salsicha e linguiça, sem a devida comprovação de validade e data de fabricação. Além de mais 327kg de produtos para feijoada, carnes, frangos e suínos, que estavam inadequadamente acondicionados e impróprios para o consumo.

Segundo o Ministério Público, os supermercados são notificados e autuados e os fornecedores têm um prazo de 15 dias para apresentar a defesa, a partir disso cada caso é analisado individualmente. Pode ser aplicada multa para os estabelecimentos que infrinjam a lei.

Segundo o promotor de Justiça Cristiano Peixoto, dentre os produtos apreendidos as carnes estavam em condição mais grave. “Nós identificamos carnes em péssimas condições e inapropriadas para consumo. Essas carnes são inutilizadas pela equipe de Vigilância Sanitária para que não sejam reutilizadas de forma alguma”, disse.

Segundo Esther Mavignier, da Vigilância Sanitária, as carnes e produtos apreendidos são descartados, mas antes passam por um processo de inutilização. “Os produtos são inutilizados, jogamos desinfetante água sanitária, e às vezes creolina, e em seguida entregamos às cooperativas que fazem a coleta de lixo e os produtos são descartados no lixão”, explicou.

Fonte: G1/PI






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