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IML de Parnaíba para por falta de combustível

O Instituto Médico Legal (IML) de Parnaíba/PI parou esta semana de atender ocorrências porque o único veículo usado na remoção dos corpos está sem combustível. Segundo o auxiliar de necropsia Robson Castilho, a situação deve piorar com a proximidade do Ano Novo, quando deve aumentar a demanda por serviços no instituto. Além de Parnaíba, outras 10 cidades são atendidas pela unidade
 
"O último litro de gasolina foi utilizado na manhã desta sexta-feira. Caso tenha outra ocorrência não temos como ir. Antes nós recebíamos R$ 700 no ticket para combustível, mas com o corte de gastos que houve este mês o valor foi reduzido para R$ 120", declarou.
 
De acordo com Robson Castilho, a situação atinge as cidades de Ilha Grande, Cajueiro da Praia, Barra Grande, Caxingó, Cocal, Cocal dos Alves, Buriti dos Lopes, Bom Princípio do Piauí e Joaquim Pires que também são atendidas pelo IML de Parnaíba. "O coordenador do IML chegou a entrar em contato com o secretário de segurança e este alegou não poder resolver mais nada este ano. Mandamos comunicados da situação para o governador e órgãos responsáveis, até porque se a situação piorar não foi por falta de aviso", disse.
 
Outro problema que já se tornou recorrente é a geladeira utilizada para conservar corpos de vítimas de morte violenta e restos mortais. De acordo com o auxiliar de necropsia, os dois equipamentos estão sem funcionar desde setembro e o material que era mantido por lá foi perdido. "As pessoas estão sendo enterradas como indigentes porque não podemos guardar o corpo", revelou.
 
O secretário de administração do estado João Henrique confirmou o corte de 60% nos gastos com combustíveis dos carros da Secretaria de Segurança, mas que o valor recebido pelo Instituto Médico Legal é inferior ao determinado. Segundo ele, o IML deveria receber R$ 480 ao invés de R$ 120. Para resolver o problema, o secretário entrou em contato com o comandante da Polícia Militar e solicitou que o veículo seja abastecimento com o dinheiro do batalhão.

Fonte: G1
Foto: Patrícia Andrade/G1

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