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Suplementos vitamínicos são realmente necessários?


É fato que a maioria das pessoas não come frutas e legumes suficientes, e consome mais alimentos processados pobres em nutrientes essenciais.

Ainda, o solo em que nosso alimento é cultivado está cada vez mais esgotado, tornando-se pobre em minerais, bem como o consumo de certos medicamentos pode interferir na absorção de vitaminas. Considerando todos esses fatores, muitas pessoas acabam optando pelo uso de suplementos vitamínicos para suprir essa necessidade. Mas, será que eles são realmente necessários e seguros?

De acordo com Food and Drug Administration (FDA), milhões de norte-americanos que consomem suplementos multivitamínicos experimentam efeitos nocivos. No entanto, os suplementos dietéticos não são regulados da mesma maneira os medicamentos e desde 1994 são classificados como “alimentos”, o que significa que a FDA os considera seguros até que se provem o contrário. A agência também adverte que “muitos suplementos contêm ingredientes de fortes efeitos biológicos” e que o produto “pode não ser seguro para todas as pessoas”. Logo, pessoas com certas condições de saúdem podem apenas estar colocando suas vidas em risco quando consomem esses suplementos.





Uma série de estudos suporta a advertência da FDA. Um relatório recente, publicado pela Consumer Reports, delineou um caso trágico que ocorreu em 2014, envolvendo um bebê que nasceu dois meses prematuro. A fim de evitar uma infecção intestinal foi lhe dado um probiótico. Porém, o produto acabou causando uma infecção fúngica grave no intestino da criança, que acabou morrendo oito dias depois. A FDA investigou o probiótico e descobriu que ele de fato estava contaminado com o fungo, o que levou a um enorme recall do produto em todo o país. A agência também emitiu uma declaração pedindo aos médicos que tivessem mais cuidados ao usarem suplementos em pessoas com sistema imunológico debilitado.

Outro estudo, revisado em pares e publicado em 2009, analisou mais de 160 mil mulheres em pós-menopausa durante a década de 1990, por uma média de oito anos. Feito por pesquisadores da Divisão de Saúde Pública e Centro Fred Hutchinson de Pesquisa para o Câncer, em Seattle, ele forneceu evidências convincentes de que o uso de multivitamínicos tem pouca ou nenhuma influência sobre o risco de cânceres comuns, doenças cardiovasculares ou mortalidade total em mulheres em pós-menopausa.

Além disso, em 2006, especialistas no National Institutes of Health argumentaram que não há evidências claras de que as vitaminas realmente ajudem a prevenir doenças crônicas.

Resumidamente, o que foi concluído pelas pesquisas é que:

– Os benefícios relacionados ao consumo de multivitamínicos ainda estão em debate, mas podem existir;

– Podem ocorrer interações negativas entre multivitamínicos e medicamentos prescritos;

– Algumas pessoas podem estar consumindo grandes quantidades de certos nutrientes;

– Alguns suplementos podem não incluir todos os ingredientes da composição no rótulo.

Pílulas antioxidantes

Uma pesquisa publicada no Journal of the American Medical Association, afirmou que alguns antioxidantes podem ser ineficazes e perigosos para a saúde. O estudo analisou mais de 232 mil pessoas em 2007, e concluiu que o produto pode “aumentar o risco de morte”.

Os pesquisadores argumentaram que não devemos ficar tão preocupados com os radicais livres, porque o nosso corpo precisa de uma certa quantidade deles para executar determinadas funções, como a regulação dos níveis de açúcar no sangue.

Existem suplementos seguros?

Possivelmente. Especialistas nutricionais argumentam que nem todos os suplementos são criados da mesma forma. Algumas marcas são derivadas de fontes mais naturais, enquanto outras são compostas por elementos sintéticos. Certos suplementos demoram para fazer efeito, enquanto outros são facilmente ativados pelo sistema digestivo, sendo eventualmente absorvidos pelo organismo apenas para serem filtrados pelos rins.


Contudo, a sugestão aqui é que as pessoas conversem com seus médicos antes de consumir os produtos, porque eles saberão exatamente quais os mais recomendados para cada organismo.

Informações do Jornal da Ciência, link


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