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Multidão de tricolores em festa coroa melhor temporada da história do Fortaleza

Foto: Camila Lima/SVM

Inesquecível. Eis uma palavra que descreve o Fortaleza de 2019 em muitos aspectos. Refere-se ao ano, à conquista de títulos importantes, à campanha no Brasileirão, à vaga conquistada na primeira competição internacional que o clube irá disputar, à noite do duelo travado contra o Bahia. Momentos de glória para uma equipe centenária que celebra a melhor fase em sua história. Ano dourado celebrado por torcida de fiéis que, junto ao time, também comemora auge.


A vitória no duelo contra o Bahia consagrou a melhor temporada da história do Leão, que terminou o ano no Brasileirão na primeira metade da tabela (9º lugar), mas não somente isso: consagrou também a torcida do Tricolor cearense como referência nacional. Mérito indiscutível quando são analisados números:

2ª maior média de público do Brasileirão (33.000 torcedores por jogo).
Alçou o estado do Ceará (junto com o Ceará) à maior média de público por estado do Brasileirão.

Maior público do ano na Arena Castelão (52.552 pagantes) e 15º do Brasil.

No entanto, é insuficiente traduzir apenas em números o resultado da festa tricolor nas arquibancadas. Incessante durante toda a trajetória do clube em 2019, a torcida tricolor foi assídua nos jogos do Campeonato e também foi fundamental no processo de projeção do Fortaleza no cenário nacional empurrando o elenco em campo e sendo combustível em todos os atos que compuseram a temporada do time. Paixão é a única razão que define a força que vem do público.

Foi na escuridão que a Arena Castelão se despediu do ano no Campeonato Brasileiro após ter sido palco de dezenas de confrontos entre as principais equipes do país. Apito final, fim de jogo, festa no campo e refletores apagados. A única fonte de luz que iluminava o estádio era proveniente do aceno da torcida.

Metáfora que poderia muito bem ser aplicada ao caminho percorrido pelo Fortaleza nos últimos anos: a escuridão de oito anos na terceira divisão do futebol brasileiro sendo alentada pela luz, a energia dos torcedores que em momento algum abandonaram o time do coração. Mais que merecida, a comemoração após o jogo contra o Bahia é afago ao torcedor que presencia hoje o auge de um clube que até pouco tempo amargava os momentos mais sombrios.

No telão da arena, poucos minutos antes da partida começar, um vídeo em tom de desabafo relembrava 2005. Ano em que o Leão mais chegara perto da conquista da vaga na Sul-Americana teve sabores distintos para a torcida tricolor. Memórias doces por ter sido uma das temporadas mais brilhantes da história tricolor, que terminou o Brasileirão em 13º lugar (melhor desempenho até 2019), mas também trágica. A derrota por 2 a 0 para o Botafogo, no Rio de Janeiro, acabava com o sonho da classificação para o certame internacional e alçava o Botafogo para a competição. Mas ainda pior, o ex-presidente da TUF (torcida organizada do Fortaleza) Marcionílio Pinheiro sofreria uma emboscada após o jogo e morreria com um tiro na cabeça e outro na barriga. A homenagem em mosaico foi como um suspiro. Quatorze anos depois, a sensação de missão cumprida dava o tom da festa: "Conseguimos".

Futuro

A festa dos mosaicos também levantou a pauta de questões futuras. Da demanda imediata aos sonhos que vão além. Fica Ceni ou adeus, Ceni? Em breve saberemos. O Dia D é sexta-feira, data estipulada pelo então técnico para dar pronunciamento final. 
Foto: Camila Lima/SVM

Olhar para frente significa também superar, caso necessário. Ceni projetou o Fortaleza tanto quanto o Fortaleza projetou Ceni. Com calendário cheio à frente, o avião do mosaico representa a participação na primeira competição internacional. Mas também faz alusão à voos maiores. As expectativas são que, com boa gestão e planejamento, a equipe tenha futuro promissor.

Duelo tricolor celebra bom ano para nordestinos.

Destaque para a atuação em campo e, principalmente, do simbolismo que o confronto Fortaleza x Bahia na última rodada do Brasileirão 2019 carrega. Dois nordestinos gigantes, as equipes finalizaram o ano diante de um mar de tricolores. Se os donos da casa tinham torcida certa neste domingo 8 de dezembro, as forças vermelho, azul e branco deverão ser aliados na primeira Sul-Americana com dois representantes do Nordeste na competição.


Fonte: GloboEsporte







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