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5 figuras folclóricas brasileiras que fazem o Halloween parecer um conto de fadas


O folclore brasileiro é uma parte importante de nossa cultura. Com o fenômeno da globalização, nós passamos a conhecer diversos aspectos de outras culturas. O Halloween é um exemplo disso. A tradição do Halloween não está presente no Brasil mas está ganhando cada vez mais espaço por ser um evento divertido, intrigante e que chama a atenção em um nível global.


Nós temos muitas criações culturais, coletivas ou individuais que são uma parte essencial da cultura do Brasil. Embora tenha raízes com diversas lendas brasileiras, somente no século XIX o folclore brasileiro se tornou mais conhecido. Além disso, levou mais de cem anos para se consolidar no país.

As lendas brasileiras derivam principalmente do folclore europeu, africano e indígena. O folclore brasileiro, apesar de suas origens se perderem no tempo, só começou a receber a atenção na época do Romantismo, movimento cultural que prestigiava as diferenças. A Fatos Desconhecidos vai mostrar a seguir algumas lendas do folclore brasileiro que são conhecidos pelo tom macabro que apresentam. Confira:

A cabeça satânica

A lenda é bastante difundida no Norte e Nordeste do Brasil. A cabeça seria uma cabeça com cabelos compridos que aparecia rolando ou saltando pelo chão no meio da madrugada. Os olhos arregalados e sanguinários eram outra característica do ser sobrenatural. Outra vertente dessa lenda diz que a cabeça era de um cangaceiro.

Dizem que a cabeça aparece como se tivesse um corpo inteiro. Assim que a vítima aparece, o corpo se desintegra e só sobra a cabeça assustadora que persegue as pobres vítimas. Também existe outra versão da lenda onde a cabeça é carregada por um fantasma perseguidor. É uma lenda tão temida pelos habitantes de cidades mais remotas, que só de mencionar o nome “cabeça satânica”, as pessoas fazem o sinal da cruz.

Existe uma tradição para afastar o espírito maligno: uma cruz feita da palha do Domingo de Ramos é colada no lado de fora das portas é usada como proteção contra a figura bizarra.

Saci

Na versão original, o Saci era uma figura bem assustadora. Com chifres e dentes pontudos, o Saci se alimentava do sangue de cavalos. Quem entrassem em seu caminho poderia ser perseguido e morto a pauladas. Sua carapuça lhe dá poderes mágicos. Em 2005, foi lançado o Dia do Saci no Brasil, comemorado no dia 31 de outubro, a fim de restaurar as figuras do folclore brasileiro, em contraposição a influências folclóricas estrangeiras, como o Dia das Bruxas.

O Saci ganhou uma versão menos assustadora pelos moradores da região Norte do Brasil. A mitologia africana o transformou em um jovem negro que perdeu uma perna lutando capoeira. Essa imagem é a que é passada até hoje. O cachimbo também é influência da cultura africana. Já o gorro vermelho é de origem europeia e uma referência ao ser mitológico conhecido como trasgo.

Chupa-cabra

Chupa-cabra é bastante conhecido em toda a América. Seria uma espécie de animal/monstro que realiza ataques a animais rurais. O nome vem de um relato de várias cabras mortas em Porto Rico com marcas de dentadas no pescoço e com o seu sangue drenado.

O primeiro ataque aconteceu em março de 1995 em Porto Rico. Neste ataque, oito cabras foram encontradas mortas, cada uma com três perfurações no tórax e totalmente esvaídas de sangue. No Brasil diversos casos também ocorreram em cidades do interior, principalmente durante a década de 70. Na década de 90, os programas de domingo até especularam sobre terem encontrado o famoso chupa-cabra mas tudo foi desmentido.

Corpo-Seco

Corpo-Seco foi um homem conhecido por maltratar sua família e por agredir sua pobre mãe. Como castigo, ele foi amaldiçoado e após sua morte, virou uma criatura maligna que vagava pela Terra e ficava grudada em árvores. Quando suas vítimas se aproximavam, ele dava um abraço mortal que rasgava e esmagava o corpo das pessoas. Essa lenda é mais conhecida na região sudeste do Brasil.

No interior de São Paulo, há uma variante desta lenda, similar com a lenda dos vampiros. Quando alguém passa perto do corpo-seco, ele ataca a vítima e suga todo o seu sangue. Essa lenda é bastante conhecida no estado do Amapá, Paraná, Amazonas, Minas Gerais, em alguns países africanos de língua portuguesa.

Cumacanga

O Cumacanga é uma espécie de Lobisomem que a cabeça se solta do corpo. A lenda afirma que o corpo fica em casa e a cabeça sai, sozinha, durante a noite de sexta-feira, e voa pelos ares como um globo de fogo.

Fonte: Fatos Desconhecidos


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